Ex-jogador afirmou que teve imagem usada indevidamente por outra empresa, com o mesmo nome, que trabalhava com criptomoedas
A CPI investiga a 18k Ronaldinho por suposto esquema de pirâmide que prometia até 400% de lucro por mês por meio do investimento em criptomoedas. O jogador negou que seja fundador e sócio-proprietário da empresa.
Segundo Ronaldinho, ele assinou um contrato com uma empresa americana em 2016, que licenciava sua imagem para a criação de uma linha de relógios. “O Clube de Regatas Flamengo, a título de exemplo, licenciou sua marca, tendo sido criada a linha de relógios 18k Flamengo”, acrescentou. “Esse contrato previa a comercialização de outros produtos além dos relógios. Logo após a assinatura, chegou ao conhecimento do meu irmão que o senhor Marcelo [Lara, dono da empresa] estava utilizando indevidamente a minha imagem em uma empresa sem qualquer autorização”, disse.
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