Réus haviam sido acusados de envolvimento na morte de membros das forças de segurança do país durante manifestações que ocorrem desde setembro de 2022, devido à morte da jovem Jina Mahsa Amini g1
Mais de 500 pessoas já morreram desde o início dos protestos no Irã, em setembro de 2022 — Foto: REUTERS - NACHO DOCE
Os homens também foram acusados de integrar "grupos ilegais com a intenção de desestabilizar a segurança nacional e de conspiração, o que levou a crimes contra a segurança interna", publicou o Mizan Online. "Os réus não nomearam seus próprios advogados. Mas esse é um procedimento padrão, especialmente quando envolve crimes políticos… Geralmente, a principal prova é a confissão, que muitas vezes é feita em circunstâncias suspeitas ou sob tortura", afirmou Martin.
A União Europeia fez declaração semelhante. Um porta-voz pediu às autoridades iranianas "que parem imediatamente com a prática de impor e executar sentenças de morte contra manifestantes, o que deve ser fortemente condenado". As autoridades disseram que a jovem sofreu um ataque cardíaco, mas testemunhas afirmam que ela foi severamente espancada e morreu em decorrência da brutalidade policial.
Um órgão de vigilância composto por clérigos e juristas – alinhado ao líder supremo e inclinado a drásticas restrições políticas e sociais – tem o poder de vetar leis e decidir quem pode concorrer a cargos políticos.
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