O relato de Marcela Pinno coloca em xeque a versão bolsonarista de que os atos tinham caráter pacífico, contando inclusive com a presença de crianças
“Jamais, nesses quatro anos de atuação, estive diante de tamanha agressividade como em 8 de janeiro”, afirmou.
“Um coquetel molotov chegou a bater no meu escudo, mas ele falhou. Fomos jogados, empurrados mesmo, do alto da cúpula. Eu cai de 3 metros de altura e, depois, consegui retornar pela lateral do Congresso”, contou. “Na linha de frente dos manifestantes não havia crianças”, afirmou a agente de segurança pública. “Haviam idosos e crianças mais atrás. Mas não na linha de frente”, completou.
Questionada se as pessoas à frente das invasões eram apenas manifestantes, a PM afirmou que a postura adotada pelos bolsonaristas era diferente daquela presenciada em outros atos.
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