Lula critica 'formação de blocos antagônicos' e cobra participação de países ricos na crise climática

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Presidente frisou necessidade de cooperação global num contexto de transição 'para uma ordem multipolar' pós-pandemia

, neste sábado. Em suas falas, Lula criticou a formação de "blocos antagônicos" em meio às crises que o mundo enfrenta e defendeu reformas na ONU. O presidente ainda cobrou que países ricos cumpram a promessa de disponibilizar US$ 100 bilhões por ano em ações para conter as mudanças climáticas.

O presidente relembrou a crise financeira global de 2008 e afirmou que desde o episódio o mundo passou por "retrocessos importantes", como o enfraquecimento do sistema multilateral de comércio. Agora, os desafios se agravaram diante da sobreposição de crises como a da pandemia, mudança do clima, tensões geopolíticas, pressões sobre a segurança alimentar e energética e ameaças à democracia, disse.

– De nada adianta os países e regiões ricas avançarem na implementação de planos sofisticados de transição se o resto do mundo ficar para trás ou, pior ainda, for prejudicado pelo processo – disse Lula durante a sessão na tarde de sábado em Hiroshima, no Japão.Entenda os principais temas da cúpula do G7 em Hiroshima em 5 pontos

O ímpeto reformador daquele momento foi insuficiente para corrigir os excessos da desregulação dos mercados e a apologia do Estado mínimo. O mundo hoje vive a sobreposição de múltiplas crises: pandemia da Covid-19, mudança do clima, tensões geopolíticas, uma guerra no coração da Europa, pressões sobre a segurança alimentar e energética e ameaças à democracia.

Desemprego, pobreza, fome, degradação ambiental, pandemias e todas as formas de desigualdade e discriminação são problemas que demandam respostas socialmente responsáveis. A consolidação do G-20 como principal espaço para a concertação econômica internacional foi um avanço inegável. Ele será ainda mais efetivo com uma composição que dialogue com as demandas e interesses de todas as regiões do mundo. Isso implica representatividade mais adequada de países africanos.

"Quando o G7 foi criado, em 1975, a principal crise global girava em torno do petróleo. 48 anos depois, o mundo ainda não conseguiu se livrar da sua dependência dos combustíveis fósseis. O segundo desafio tem a ver com o desequilíbrio da agenda climática. Não há dúvidas que precisamos ampliar nossos esforços de mitigação, em especial os países que historicamente mais emitiram gases de efeito estufa, mas não podemos perder de vista a demanda crescente por adaptação e perdas e danos.

Os países em desenvolvimento continuarão precisando de financiamento, tecnologia e apoio técnico para transformarem suas economias, combater a mudança do clima, preservar a biodiversidade e lutar contra a desertificação. Com o potencial que temos em energia solar, eólica, biomassa, etanol, biodiesel e hidrogênio verde, o Brasil será até o final do meu mandato um exportador de sustentabilidade.

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