Cresce o movimento em favor da revisão das multas e obrigações draconianas impostas pela Lava Jato às empresas
e da força-tarefa de Curitiba. A descrição consta das páginas do livro Uma Guerra Contra o Brasil – Como a Lava Jato Agrediu a Soberania Nacional, Enfraqueceu a Indústria Pesada Brasileira e Tentou Destruir o Grupo Odebrecht, lançado neste mês. Em 320 páginas, o executivo detalha o clima de caça às bruxas.
A pouca transparência dos acordos e o histórico de arbitrariedades da força-tarefa, a começar pela tentativa dee associados de se apoderar de 2,5 bilhões de reais das multas pagas pelas empresas a pretexto de criar um fundo de “combate à corrupção”, justificam a ADPF e o debate público.
No governo Lula, há divergências sobre o assunto. A AGU é contra a revisão dos acordos. E há quem defenda a reanálise apenas dos acertos anteriores a agosto de 2020 A Lava Jato, acredita Kakay, investiu contra a Petrobras por causa dos “enormes interesses financeiros no pré-sal”. O objetivo político de Moro e companhia, prossegue, era claro: “É óbvio que tentaram quebrar alguns setores da economia brasileira para beneficiar grupos estrangeiros que não tinham condições técnicas de competir com os nacionais”. O advogado avalia como incalculável o prejuízo causado ao País.
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