Em meio a pressão por mulher no Supremo, CNJ aprova regra por igualdade
, a juíza Bruna dos Santos Costa Rodrigues, do Tribunal de Justiça do Ceará e representante do Movimento Nacional pela Paridade no Judiciário, destacou a importância da medida."As mulheres querem ser vistas, elas têm habilidades e competências, e não há justificativa para um discriminação, ainda que indireta, em qualquer esfera de poder", afirmou.
"Nós percebemos que as mulheres têm uma dificuldade na ascensão e é necessário, é importantíssimo termos não só uma ação afirmativa nesse sentido, mas uma ação transformativa, que vai começar pelo Poder Judiciário e, esperamos, que [chegue] também em outras carreiras", completou a magistrada, acrescentando que, hoje, 38% da magistratura brasileira é de mulheres.
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